Archive for Julho, 2008

Jul 31 2008

O melhor telefonema anonimo de SEMPRE

Publicado por Carlos Gil em Humor

é pá… vejam até ao fim…

“A historia é simples vocês peguem num telefone marquem um numero ao calhas e qd a pessoa atende chamem tia. Se a voz pegar então é so inventarem a vossa tanga. No inicio marcava jantares e festas com as pessoas depois calhou este urso. O gajo é de porto de mos e não sei o numero.”

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Jul 30 2008

Chamada telefónica hilariante em Braga

Publicado por Carlos Gil em Geral

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Jul 29 2008

Europa quer banir piratas da internet

Publicado por Carlos Gil em Negócios

Um projeto em estudo pela União Européia pretende banir da internet quem colocar filmes ou músicas em redes de compartilhamento de arquivos.

Para os críticos do projeto, esse tipo de lei desrespeita a privacidade do usuário e transformam os provedores de internet em “fiscais de direitos autorais”.
Inicialmente o internauta seria alertado de que é suspeito de colocar conteúdos protegidos na internet. Se ignorar o terceiro alerta, seria banido.

O grupo Fundação para uma Infra-Estrutura de Internet Livre (FFII, em inglês) afirmou que se o pacote de leis for aprovado, será criada a “internet soviética”, na qual apenas programas e serviços aprovados pelos governos seriam permitidos. O grupo britânico Open Rights Group afirmou que as leis seriam “desproporcionais e ineficazes”.

Ainda é dúvida se o Parlamento Europeu aprovará ou não essas medidas já que em abril desde ano, os políticos votaram contra propostas parecidas, que determinavam que internautas que participam de compartilhamento de arquivos seriam banidos da internet.

Fonte: BBC

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Jul 28 2008

Civilização de Especialistas

Publicado por Carlos Gil em Estudos, Pensamentos

A verdade é que hoje vivemos numa civilização de especialistas e que é vão todo o empenho de que seja de outro modo. Sob pena de não ser eficiente, o homem das artes, das ciências e das técnicas tem de se especializar, para que domine aqueles segredos de bibliografia ou de prática, e para que obtenha os jeitos e a forte concentração de pensamento que se tornam necessários para que se possa não só manejar o que se herdou mas acrescentar património para as gerações futuras. E, se é certo que por um lado o especialismo favorece aquela preguiça de ser homem que tanto encontramos no mundo, permite ele, por outro lado, aproveitar em tarefas úteis indivíduos que pouco brilhantes seriam no tratamento de conjuntos. O preço, porém, se tem naturalmente de pagar; paga-o o colectivo quando se queixa, e muito justamente, da falta de bons líderes, de homens com uma larga visão de conjunto, que saibam do trabalho de cada um o suficiente para o poderem dirigir e se tenham eles tornado especialistas na difícil arte de não ter especialidade própria senão essa mesma do plano, da previsão e do animar na batalha as tropas que, na maior parte das vezes, mal sabem por que se batem; paga-o o indivíduo quando, no cumprimento de uma missão fundamental para os destinos do mundo, se arrisca a ser político e sofre todos os habituais ataques dos especialistas de um ou outro campo que se não lembram de que o defeito para o político não é o de não ser técnico mas o de não ouvir os técnicos e não lhes dar em troca, a eles, o sentido largamente humano que tantas vezes lhes falta. E, mais grave, paga-o de um modo geral a própria natureza humana, que embora gostosamente embalando a sua preguiça nas delícias do especíalismo, sente ainda, mais fundo e constante, o remorso de o ser.

Ao certo, remorso de quê? Em que trai o homem, sendo especialista, a sua verdadeira missão de homem? Creio que em vários pontos. Um deles seria, por exemplo, no que respeita à fraternidade humana. Impedido pela especialização, pela compartimentação do saber, pelo emprego até de uma linguagem que se torna incompreensível para quem não andar exactamente pelos mesmos caminhos, de estabelecer relações com os outros em plano verdadeiramente elevado, o especialista tende ao ideal de uma civilização em que cada minhoca fosse paciente e forçadamente cavando a sua galeria, e daí em grande parte a sua reacção quase instintiva contra o político; daí a facilidade com que colabora em guerras e, dentro das guerras, em engenhos cada vez mais mortíferos e mais bárbaros, com a desculpa fácil de que a guerra é talvez fatal, talvez da natureza humana, e lhe não compete a ele senão olhar a sua retorta ou apertar o seu parafuso; daí o até agradecer, embora com um certo jeito de quem consente em extravagâncias, que a própria arte, que lhe poderia dar a chave das portas que o fecham, se tenha também tornado uma questão de especialistas. E só vem a ter alguma ideia do que seja fraternidade quando bebe, quando joga, ou quando, numa Humanidade em filas e às escuras, olha no cinema, através da mais simples das artes, homens não especialistas cumprindo, bem ou mal, a sua natureza humana.

Agostinho da Silva, in ‘Textos e Ensaios Filosóficos’

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Jul 27 2008

Os Conselhos que Vos Deixo - 9

Publicado por Carlos Gil em Geral

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Jul 26 2008

Factor X Xs Perrito Bailando e Cantando Regueton parte 2007

Publicado por Carlos Gil em Humor

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Jul 26 2008

Os Conselhos Que Vos Deixo - 8

Publicado por Carlos Gil em Geral

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Jul 25 2008

Os Conselhos Que Vos Deixo - 7

Publicado por Carlos Gil em Geral

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Jul 24 2008

Os Conselhos Que Vos Deixo - 6

Publicado por Carlos Gil em Geral

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Jul 23 2008

Os Conselhos Que Vos Deixo - 5

Publicado por Carlos Gil em Geral

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