Archive for the 'Saúde' Category

Jul 01 2008

Já viste o Corpo Humano em 3D ?

Publicado por Carlos Gil em Ciência, Saúde

No site Visible Body é posível visitar um modelo completo do corpo humano em 3D. Possui informação e detalhes com mais de 1,700 estruturas anatómicas e orgãos do corpo humano.

 

É um site muito interessante e, extremamente útil, quer para estudantes e instrutores na área de saude e prevenção, quer para comuns mortais.

 

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Abr 21 2008

Declaração da Herbalife - Outubro de 2007

Os produtos nutricionais Herbalife são actualmente vendidos e consumidos de forma segura por mais de 1,6 milhões de Distribuidores independentes Herbalife em 65 países, em todo o mundo. Não existe qualquer prova de que os nossos produtos sejam directamente responsáveis pelos problemas hepáticos mencionados nos estudos clínicos publicados nos artigos do Journal of Hepatology de Outubro de 2007.

Naturalmente, temos conhecimento de relatórios que indicam que um pequeno número de consumidores tem apresentado valores anormais de enzimas hepáticas. Em resposta a estas preocupações, a Herbalife contratou especialistas externos das áreas médica e científica, levou a cabo importantes ensaios independentes e colaborou na íntegra com as autoridades governamentais encarregadas de investigar esta matéria. Os extensos ensaios não forneceram qualquer base científica que permita concluir que, quando consumidos de acordo com as instruções dos rótulos, os nossos produtos são efectivamente tóxicos ou que causam lesões no fígado.

Os produtos Herbalife são formulados e rotulados em total conformidade com os regulamentos dos mercados onde são comercializados. Nem a Herbalife, nem qualquer autoridade responsável pelo licenciamento, iriam permitir a venda de um produto, se fosse comprovado que este pudesse causar uma reacção tóxica. No mundo inteiro, os rótulos dos produtos apresentam uma lista das substâncias “activas” e, a documentação relativa a alegações de segurança e bem-estar dos nossos produtos nutricionais é elaborada com base nos mais recentes dados científicos.

Todas as instalações fabris da Herbalife são controladas e certificadas pelo Departamento de Garantia de Qualidade da Herbalife e são regularmente levadas a cabo auditorias, de modo a confirmar a conformidade com as normas relativas à Garantia e ao Controlo da Qualidade. A empresa possui o seu próprio laboratório para o controlo da qualidade, no qual os produtos são testados regularmente segundo os mais recentes desenvolvimentos técnicos. Todos os produtos são analisados antes de saírem das instalações fabris e transportados em embalagens protegidas e invioláveis.


Todos os produtos Herbalife são rotulados de forma clara, com as instruções de utilização. Além disso, a empresa recomenda às pessoas com problemas de saúde que consultem o seu médico antes de iniciarem um programa de controlo de peso ou à base de suplementos nutricionais, avisando em particular as pessoas que apresentem condições especiais, como por exemplo, mulheres grávidas ou pessoas com problemas de saúde preexistentes.

Os dois artigos publicados no Journal of Hepatology fazem referência a casos que também se encontravam em análise pelas autoridades de saúde israelitas e suíças. A Herbalife tomou conhecimento destes casos e participou activamente nas investigações oficiais. A Herbalife acredita que os funcionários governamentais em ambos os países estavam inteiramente satisfeitos com a resposta da Herbalife até à data desta declaração.

Na sequência do inquérito levado a cabo pelo Ministério da Saúde (MS) israelita, a Herbalife reuniu uma equipa de especialistas internos e independentes das áreas médica e científica. Os nossos representantes e consultores externos reuniram-se com funcionários do Ministério da Saúde, fornecendo-lhes informações importantes sobre os nossos produtos. A Herbalife realizou todos os testes clínicos de produtos sugeridos pelo MS, incluindo testes a hepatotoxinas conhecidas, a metais pesados e pesticidas. Os resultados, fornecidos pelo MS, foram negativos em todos os testes.

É importante referir o facto de que a única morte de uma doente israelita, mencionada nos relatórios do MS israelita sobre o caso , envolvia várias comorbidades, conforme indicado por um dos especialistas contratados pela Herbalife: "Foi referido que a doente sofria de Hepatite B e C preexistentes [e] a presença destas duas graves infecções hepáticas crónicas subjacentes inviabiliza a conclusão de que o consumo dos produtos Herbalife tenha causado o grave distúrbio hepático da doente.”

Após mais de um ano de investigações, o MS israelita foi incapaz de apresentar quaisquer provas científicas de um nexo de causalidade entre os produtos Herbalife e a função hepática anormal apresentada por diversos doentes. De facto, o próprio MS afirmou, numa declaração pública em 1 de Maio de 2005: “Não existe qualquer prova de um nexo de causalidade entre os produtos e os testes realizados aos distúrbios hepáticos."

David Heber, M.D., Ph.D., membro do American College of Physicians e do American College of Nutrition, também examinou o caso. O Dr. Heber é presidente dos Conselhos Nutricional e Científico da Herbalife, bem como director do Centro de Nutrição Humana da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA). Faz parte da Faculdade de Medicina da UCLA desde 1978 e é actualmente professor de Medicina e Saúde Pública e director fundador da secção de Nutrição Clínica no departamento de Medicina.

O Dr. Heber viajou até à Suíça para se reunir com o Dr. Oneta a propósito do seu trabalho de investigação e dos nossos produtos. A Herbalife também colaborou extensivamente no âmbito do inquérito levado a cabo pelo Ministério da Saúde suíço (Bundesamt für Gesundheit - BAG). A Herbalife apresentou, uma vez mais, documentos importantes sobre os seus produtos e ofereceu o apoio dos seus especialistas médicos e científicos, internos e independentes. Por fim, o delegado suíço responsável pela investigação confirmou verbalmente, em Novembro de 2006, que não era necessário a empresa fornecer informação adicional e que, a seu ver, o assunto se encontrava resolvido.

A Herbalife e os seus especialistas acreditam que existem vários factores que podem ser responsáveis pelos valores hepáticos anormais registados nos doentes mencionados nos artigos. Em primeiro lugar, muitos dos indivíduos apresentavam graves patologias preexistentes, tais como esteatose hepática, síndrome metabólica e hepatite, que constituem a causa mais provável dos seus sintomas hepáticos. Além disso, o consumo de determinados alimentos, de medicamentos com e sem receita médica e de álcool - separadamente ou em conjunto - é uma causa conhecida de disfunções hepáticas. Por fim, com base na informação limitada a que a Herbalife teve acesso, é impossível determinar se estas pessoas consumiram produtos não pertencentes à Herbalife e que estes pudessem conter hepatotoxinas conhecidas ou outras substâncias responsáveis pelos seus valores hepáticos anormais.

Compreendemos a preocupação relacionada com os testes positivos de "reexposição" em Israel e na Suíça. Em alguns casos, é válido efectuar uma reexposição controlada a um alérgeno conhecido. No entanto, em Israel e na Suíça a reexposição não foi controlada. Os sintomas voltaram a aparecer depois de o doente ter voltado a consumir os produtos Herbalife, por iniciativa própria, mas sem ser controlado relativamente ao consumo de outros produtos e/ou possíveis alérgenos. Tal reexposição não é conclusiva perante a ausência da hepatoxicidade conhecida nos ingredientes dos produtos Herbalife. O Ministério da Saúde suíço (BAG) chegou à mesma conclusão, remetendo o único caso de reexposição que investigou para uma causalidade apenas “possível”.

Os produtos Herbalife continuam a ser tão seguros e eficazes como têm sido há mais de 27 anos. Os extensos ensaios e análises levados a cabo pela Herbalife e por especialistas externos não produziram quaisquer provas científicas credíveis de um nexo de causalidade entre os casos em Israel e na Suíça e os nossos produtos. Gostaríamos de tranquilizar as nossas centenas de milhares de clientes em todo o mundo no sentido de que os nossos produtos são seguros, quando usados conforme recomendado.

 

(Assinatura)
Y. Steve Henig, Ph.D.
‘Chief Scientific Officer’, Herbalife

(Assinatura)
David Heber, M.D., Ph.D., membro do American College of Physicians e do American College of Nutrition
Presidente dos Conselhos Nutricional e Científico da Herbalife

 

Ver Notícia no Público

Herbalife: Autoridades desconhecem casos de reacções adversas em Portugal

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Out 24 2007

Exenatide pode provocar Pancreatite aguda

Publicado por Carlos Gil em Saúde

Alerta da FDA

O exenatide, um fármaco para a Diabetes da Amylin Pharmaceuticals e da Eli Lilly, pode provocar Pancreatite aguda, alerta a Food and Drug Administration (FDA)- a entidade norte-americana que regula a comercialização de fármacos e alimentos.

De acordo com esta entidade, o exenatide esteve relacionado com 30 casos de inflamação do pâncreas, 21 dos quais tiveram de ser hospitalizados e cinco tiveram complicações graves, como insuficiência renal. Após pararem com os tratamentos, 22 pacientes apresentaram melhoras.

Perante tais evidências, a FDA aconselha os médicos a informarem os doentes, que estejam a tomar o fármaco, sobre a necessidade de procurarem assistência médica caso sintam dores abdominais fortes e persistentes. A entidade alerta ainda para a necessidade de estudos mais aprofundados sobre o assunto.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 24 2007

Hipertensão em mulheres veiculada a Diabetes Tipo 2

Publicado por Carlos Gil em Saúde

Investigação da Harvard Medical School

Um estudo publicado na revista “European Heart Journal” revela que a associação entre a Hipertensão e a Diabetes não se pode explicar apenas pelo peso a mais.

As mulheres hipertensas correm até três vezes mais riscos de desenvolver um tipo de Diabetes, relativamente às mulheres que têm uma pressão sanguínea normal, sugere um estudo da Harvard Medical School.

Este risco é independente do peso a mais que favorece o aparecimento da forma mais comum da Diabetes (a tipo 2) e é também independente de outros factores que favoreçam doenças cardiovasculares (tabaco, excesso de gordura no sangue, por exemplo) ou da Diabetes (falta de exercício ou antecedentes da doença).

O estudo foi conduzido pelo Cardiologista David Cohen, da Harvard Medical School, e abrangeu 38 mil profissionais de saúde, seguidas durante dez anos.

No início do estudo, em 1993, nenhuma destas mulheres sofria de Diabetes ou de Doenças Cardiovasculares.

Cohen afirma que apesar de haver alguns estudos, há pouca informação no que respeita à relação entre Hipertensão e desenvolvimento desta forma de Diabetes nas mulheres.

A obesidade é também um factor de risco independente da Diabetes tipo 2. No entanto, de acordo com Cohen, “a análise estatística mostra que a relação entre a Hipertensão e o aparecimento de Diabetes tipo 2 é similar entre as mulheres, quer elas tenham o peso normal, peso a mais, ou sejam obesas”.

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 22 2007

Descoberto método para o desenvolvimento de novos medicamentos

Publicado por Carlos Gil em Estudos, Saúde

Nota da Universidade de Coimbra

Uma nota de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) dá conta da descoberta de uma nova descoberta, denominada método selectivo de preparação de beta-aminoácidos quirais (uma classe de compostos com propriedades únicas), fundamental para o desenvolvimento de novos fármacos

Segundo nota da FCTUC, a investigação contou com a colaboração de técnicos do país Basco, iniciou-se em 1995 e vai continuar durante mais três anos, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

A descoberta está publicada nas revistas internacionais de referência no domínio da química orgânica, permitindo que cientistas de todo o mundo possam explorar os novos métodos de síntese para a concepção de fármacos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 21 2007

Pesquisa analisa origem genética dos Paragangliomas e Feocromocitomas

Publicado por Carlos Gil em Estudos, Saúde

Estudo da Universidade do Porto

Um estudo da equipa do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP), liderada por Ginesa Garcia Rostan e Jorge Lima, comparou o aparecimento esporádico ou de origem familiar de dois tipos de tumores na zona do pescoço. O trabalho foi publicado pelo Journal of Clinical Endocrinology Metabolism (JCEM).

Estes tumores ocorrem geralmente na zona do pescoço (Paragangliomas) e na glândula supra-renal (Feocromocitomas) e, por norma, são benignos e raros.

A equipa dedicou-se à análise de casos nas Astúrias, Espanha, onde era possível ter acesso a dados fidedignos de casos clínicos e para tentar compreender por que é que esta região regista uma maior prevalência destes tumores em relação ao resto do mundo.

Com a ajuda de dados de pacientes do Hospital Central das Astúrias, os investigadores analisaram as alterações genéticas que originam estes tumores, previamente relacionados com mutações nos genes SDH, através de análises ao sangue de doentes. “Estes doentes, quando chegavam aos médicos, não tinham história clínica nenhuma, ou seja, aparentemente eram doentes esporádicos, não tinham nenhum familiar próximo com tumores idênticos, eram caso único”, salientou o investigador.

No entanto, após as análises, os investigadores descobriram que várias famílias espanholas apresentavam novas mutações dos genes SDH e demonstraram que cerca de 22% dos doentes com Paragangliomas que se supunham esporádicos, isto é, “não familiares”, eram, de facto, casos familiares ocultos “que continham alterações genéticas que já tinham sido herdadas dos pais e possivelmente transmitidas para a descendência”.

A equipa do IPATIMUP estuda agora a incidência destes tumores no Norte do país, em colaboração com os hospitais de São João (Porto) e Pedro Hispano (Matosinhos), “para ver se obtém resultados idênticos ou diferentes”.

Fonte: Lusa
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 20 2007

Rinite Alérgica afecta 21% das crianças em idade pré-escolar

Publicado por Carlos Gil em Portugal, Saúde

Dados do primeiro estudo português

A Rinite Alérgica afecta 21% das crianças em idade pré-escolar, revela um estudo, pioneiro a nível nacional, denominado ARPA KIDS.

O estudo da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, esta quarta-feira apresentado no museu das crianças, em Lisboa, analisou a prevalência da Rinite Alérgica e de sintomas de Asma em mais de cinco mil crianças com idades compreendidas entre os três e os cinco anos.

Das queixas de Rinite, o sintoma mais citado foi o nariz congestionado por mais de uma hora seguida, sendo que 25% das crianças teve pelo menos uma crise de falta de ar no último ano. O estudo adianta ainda que os sintomas crónicos são muito perturbadores da qualidade de vida das crianças em idade pré-escolar.

Em relação à prevalência da Asma esta poderá atingir um quarto desta população, sendo que apenas um quinto tinha o diagnóstico já estabelecido.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 20 2007

Lotes de lauroderme creme retirados do mercado

Publicado por Carlos Gil em Negócios, Portugal, Saúde

Decisão do INFARMED

A Autoridade Nacional do Medicamento e dos Produtos de Saúde (INFARMED) emitiu um comunicado “urgente”, datado de 11 de Outubro, em que alerta para a retirada do mercado do medicamento Lauroderme.

A circular informativa esclarece que na origem da decisão estão as análises laboratoriais realizadas na Direcção de Comprovação de Qualidade do INFARMED I.P., onde se verificou que os lotes de medicamento (n.º 05006, val: 03/2011 e n.º 26605, val: 12/2010) se encontram “fora de especificações no que respeita ao parâmetro “espalmabilidade”, uma vez que o creme apresenta grumos e provoca sensação de granulosidade ao tacto.”

Em virtude desta situação, o departamento de Inspecção INFARMED ordenou a suspensão imediata da comercialização dos referidos lotes de medicamento.

Fonte: INFARMED
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 19 2007

Custos da Artrite Reumatóide em Portugal

Publicado por Carlos Gil em Portugal, Saúde

Estudo efectuado em 12 centros de Reumatologia

O tratamento de um paciente com Artrite Reumatóide (AR) custa por ano cerca de três mil euros, revela um estudo apresentado esta quarta-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O estudo, realizado através de inquéritos aos pacientes de 12 centros de reumatologia nacionais, revela que os doentes com AR são maioritariamente mulheres (cerca de 80,3%), com uma média de idades que ronda os 53,9 anos. Em relação ao custo anual médio por doente, o estudo adianta ser de três mil euros, sendo que cerca de 21% dos doentes acartam custos superiores a cinco mil euros.

A nível global, cerca de 88,7% dos custos da utilização de recursos na AR foram financiados pelos sistemas de saúde e 13% pelos doentes. Os custos anuais dos doentes foram maioritariamente com os medicamentos, cerca de 60%, consultas e meios complementares de diagnóstico na ordem dos 18% e assistência especializada 10%.

Em Portugal, a prevalência da AR é de 0,35%, sendo que existem entre 30 mil a 50 mil doentes. A faixa etária mais atingida está compreendida entre os 30 e os 50 anos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Out 18 2007

Portugal tem uma das mais baixas comparticipações de analgésicos da Europa

Publicado por Carlos Gil em Portugal, Saúde

Associação lança alerta em Semana Europeia Contra a Dor

Portugal é um dos países europeus com mais baixa taxa de comparticipação de analgésicos, alertou o presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, que pretende que essa comparticipação aumente dos 37 para os 95%.

“A taxa de comparticipação de analgésicos em Portugal é muito baixa relativamente à da esmagadora maioria dos países europeus, já que em alguns países os analgésicos opióides são até gratuitos, com comparticipações de 100 %”, comparou o médico José Romão, na data em que se assinala a Semana Europeia Contra a Dor.

Para a Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, a comparticipação “adequada” para os analgésicos é de 95%, a máxima permitida pelo Ministério da Saúde. “Não é aceitável que doentes com Dor Crónica não possam ser tratados por falta de recursos económicos”, frisou José Romão.

Em Portugal, a baixa taxa de comparticipação dos analgésicos “contrasta” com a comparticipação de 69% dos anti-inflamatórios, que têm “muitos efeitos laterais que são potencialmente graves”, como Hemorragias ou Úlceras Gástricas e Pépticas.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde de 2004, o consumo de analgésicos opióides por pessoa em Portugal é seis vezes inferior ao de Espanha, 12 vezes inferior a França, 15 vezes a Alemanha e fica 20 vezes abaixo do registado no Reino Unido.

Fonte: Lusa
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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